terça-feira, 21 de junho de 2011

Das pequenas novas decisões da vida

          Ao invés de ficar reclamando, whining like a bitch, já que muita coisa ainda não está nem remotamente perto do que eu quero, vou focar em coisas boas, vou falar de pessoas e coisas que eu amo. Não é assim que dizem que formamos uma bolha do bem e as coisas começam a dar certo? Pois então.
         De agora até quando eu quiser, vai ser uma enxurrada de foto legenda, fotos das minhas viagens, coisa que tanto prezo e me endivido MESMO pra fazê-las. Se assim não o fizesse (e se a querida tia Cleuza não me tivesse posto como dependente dos dois cartões de crédito incríveis dela), estaria eu aqui, presa, ainda mais do que já me sinto.
        Inaugurando os trabalhos, fotos de um lugar sensacional: Inhotim. Pena que fui sozinha, sem comentar nem compratilhar com ninnguém as experiências daquele sítio (?) simplesmente arrebatador. Mas aí, ó, bad habits always rises e já tá eu whining again (ah, eu sempre acho que as frases de efeito são sempre melhores em inglês, this is an annoying habit of me...)....Engole o choro e vem comigo, Inhotim!









            
         Postei algumas, apenas... a que eu apareço é só para vcs testemunharem que eu realmente fui... A primeira foto é um panorama dos inúmeros jardins que tem lá, os fusquinhas são obras de Jarbas Lopes, o domo é a obra que mais me fascinou (lá dentro tem um trator que só uma roda é maior que eu e que os dentes seguram uma árvore giga como se ela fosse um galho. Achei sensacional!), a outra é o Som da Terra (mega-decepcionante prá mim), as fotos dos cactus-polvos (ouvi uma mulher falando deles assim e os apelidei tb!). Agora vou postar a segunda obra que mais gostei (e até infringi a regra e tirei foto lá dentro, vergonha!). Ela é toda feita de materiais de limpeza vermelhos!

             E é isso, basicamente. Tirei mais umas fotinhos, mas acho que essas dão uma dimensão do que é Inhotim. Fui prá lá há dois finais de semana, há tempos queria ir a BH. Fazia 3 anos que não visitava a cidade já e lá tenho bons e fiéis amigos. Mas foi um pouco corrido devido ao caos aéreo de todo dia e pude ver Karina, André e a foférrima porém arredia Julia, filhinha dos dois.                                                                      
               Pensar que vi todo aquele relacionamento nascer, acompanhei tudo. Mas, devido aos meus últimos anos atribuladérrimos, perdi o casamento, a Karina grávida, o nascimento e o batizado. Mas meu querer bem e meu amor (e até gratidão, pq a Karina é sempre super comigo) não diminuem...
Já fui tão feliz em BH, sabiam? Já fiz tantas loucuras por lá... (loucuras na medida para uma careta nata que nem eu). Mas voltar lá agora me fez ficar bem estranha, muitas memórias, muito sentimento confuso aqui dentro (as always). Mas viajar SEMPRE vale a pena, nem que seja prá Matias Barbosa, então, entre mortos e feridos, salvaram-se todos!
               Até a próxima (tô inspirada e deve ser hoje mesmo).

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